"Presenciei belezas transcendentais, e mais do que tudo: coisas simples. Eu via milhões de coisas em uma rapidez que a mente não conseguia processar. Passavam-se imagens, sons e sensações que nada tinham a ver com o de fora, e sim, com processos de dentro da minha cabeça. Era um turbilhão, o mundo inteiro, o universo girava dentro de mim, caleidoscópio, com todas as suas possibilidades. Eu precisava que ele parasse mais o universo não para, e é infinito, e não para, e contém todas as coisas e não para, e é infinito, e é infinito, e não para, e não para [...]"
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